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Institucional

Glossário Papirus



seta ABRE: Associação Brasileira de Embalagem. A representatividade da ABRE abrange toda a cadeia produtiva de embalagem, fabricantes de máquinas e equipamentos, fornecedores de matérias-primas e insumos, convertedores e usuários de embalagem, agências de design , instituições de ensino e entidades setoriais.


seta ABTCP: Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel. Constituída com o objetivo de capacitar tecnicamente os papeleiros do Brasil, para erguer as bases de uma indústria sustentável, a Associação agrega mais de mil associados, gerando e divulgando informações especializadas sobre toda a cadeia produtiva.


seta APARAS: É o nome dado aos resíduos de papel coletados depois de usados. Estes materiais são coletados por empresas especializadas, selecionados, enfardados e vendidos às fábricas de papel como matéria-prima. Não existe uma classificação universal destes materiais, porém podemos citar aparas brancas ou acetinadas, linha d'água ou mantas, jornal, ondulado, arquivo misto, primeira ou tipografia, cartonagem e revistas. No caso da Papirus, podemos comprar aparas de gráficas (sobras de processos de impressão - pré-consumo) ou aparas pós-consumo, selecionadas a partir de cooperativas de catadores.


seta APARAS PÓS-CONSUMO: Podemos citar aparas de coleta em escritórios ou as aparas de embalagens descartadas em lixo seco de residências, que depois são selecionadas para um papel reciclado de qualidade superior. Este tipo de apara usada na indústria de reciclagem, ajuda de forma realmente eficiente a diminuição dos aterros de lixo, que no mundo do papel representa 70% aproximadamente de todo o lixo. As aparas pós-consumo são todas aquelas que de alguma forma já foram algum produto manuseado. Nos processos de coleta seletiva, as cooperativas de catadores selecionam as aparas e as encaminham para as fábricas de papel reciclado, como a Papirus.


seta APARAS PRÉ-CONSUMO: Um bom exemplo são as aparas gráficas ou da produção da fábrica de papel que retornam ao ciclo de fabricação de papel e acabam não passando pelas mãos do consumidor. São, na verdade, sobras industriais.


seta BLISTER: ('bolha' em inglês)
Embalagem metálica que acondiciona os comprimidos dentro das caixas.
Embalagem amplamente utilizada pela indústria farmacêutica que garante a preservação das características dos medicamentos. No caso da indústria de embalagem, blister são também aquelas cartelas de pilhas e materiais de higiene e limpeza, que tem um cartão atrás e uma bolha plástica envolvendo o produto.


seta BRACELPA: Associação Brasileira de Celulose e Papel. A missão da Bracelpa é prestar um serviço de natureza institucional e política, baseado em uma sólida e confiável estrutura técnica, com o objetivo de oferecer melhores condições de resultados a seus associados, possibilitando a geração de empregos e os benefícios sociais decorrentes do desenvolvimento econômico.


seta BULK: Relação entre a espessura e a gramatura de um papel.

seta CELULOSE: A celulose, matéria-prima para produção de papel, nada mais é que uma pasta feita a partir de cavacos de eucalipto, que depois entra no processo produtivo do papel. Ela pode ser líquida, ou seja, enviada para a indústria de papel em forma de pasta mole, por encanamentos, ou passar por um processo de secagem e ser comercializada em grandes placas.


seta COATING: espécie de tinta que é aplicada no papel para dar melhor acabamento e textura.

seta FILM COATING: Papel revestido e calandrado na máquina de papel, com excelente reprodução de cores e brilho, alta definição de imagens e superior qualidade de impressão. Esse papel é intermediário entre o papel offset e o couché.


seta COATING BLADE X BLADE: A expressão Blade remete ao método ou processo de aplicação de coating, através do uso de uma lâmina (ou blade em inglês) especialmente desenvolvida para este fim. As aplicadoras Blade são o que há de mais moderno e que conferem maior qualidade ao substrato aplicado.


seta BLADE COATER: é o dispositivo usado para revestimento do papel, cujo nome literalmente significa aplicador de revestimento por lâmina, e que consiste em distribuir e raspar o excesso da tinta aplicada por um rolo ou outro sistema sobre o papel, com uma lâmina de aço flexível de alta precisão. Este processo, ainda inédito no país, trabalha com teores de sólidos em torno de 60%, aplicando em torno de 15 g/mª, em velocidades que vão até 1.000 metros por minuto.


seta COOPERATIVA DE CATADORES DE PAPÉIS: Cooperativa é uma figura jurídica que diz respeito à empresa em que os trabalhadores se unem para fazer uma espécie de sociedade em grupo, onde todos os trabalhadores são sócios, o que remete à uma distribuição mais justa dos dividendos do trabalho. A cooperativa de catadores é uma empresa organizada por catadores de rua, que se destina à operação de coleta, classificação e venda de materiais para reciclagem.


seta DRUPA: Feira Internacional da Indústria Gráfica. Feira Quadrienal, a mais famosa do mundo no setor Gráfico (Impressão, softwares, aplicativos, sistemas, maquinário, acessórios, papel, produção e embalagem, serviços, materiais, tintas, conversão, enfim, um mundo específico) com mais de 1866 expositores de 52 países que aportam quase 400.000 visitantes e compradores de mais de 12 países num evento que é referência mundial do setor. Realizada em Düsseldorf (Alemanha).


seta DUPLEX: Historicamente dizia-se duplex o papelcartão formado por duas formas, ou seja, que apresentava duas camadas na sua composição. Hoje em dia diz-se duplex o papelcartão que apresenta capa branco (revestido) e verso pardo ou mais escuro, independente do número de camadas que o compõe.


seta FIBRA: é o nome que se dá à célula unitária do crescimento vegetal, de comprimento muitas vezes o diâmetro, de formato cilíndrico afinado nas extremidades, que é a unidade da celulose usada para fabricação de papel.


seta FIBRA VIRGEM: Fibra celulósica originada de madeira (de eucalipto, pinus ou outras espécies vegetais) que dará origem à produção de um papel. Fibra de celulose derivada diretamente da sua fonte original e usada pela primeira vez na fabricação do papel.


seta FIBRA RECICLADA: Fibra recuperada a partir de papel refugado, aparas e desperdício do processo de conversão, resíduos de madeira etc., para uso na fabricação de papel ou cartão. Termos alternativos: fibra recuperada, fibra secundária. Por já ter sido utilizada em outros processos, a fibra reciclada é menos resistente, porque foi “quebrada” durante o processo.


seta FIBRA LONGA: Fibra originada principalmente do Pinus. Dá origem a um papel de maior resistência, como o kraft, utilizado para embalagens de produtos mais pesados.


seta FIBRA CURTA: Fibra originada principalmente do Eucalipto. Dá origem a um papel mais macio, mais liso, com melhor printabilildade e com maior facilidade de rasgo (papel para imprimir e escrever, etc)


seta Frete FOB / CIF: modalidade de Fretes:
• FOB: “Free on Board”: FOB determina que o pagamento do frete será feito pelo destinatário. Frete à pagar.
• CIF: “Cost, Insurance and Freight”: é quando ele é pago pelo remetente da mercadoria. Frete Pago.


seta FSC: Forest Stewardship Council: A principal missão do FSC IC é de desenvolver Princípios e Critérios universais, conciliando os interesses de stakeholders (grupos de interesses) das câmaras ambientais, sociais e econômicas. Através de padrões, políticas e guias, o FSC promove o manejo responsável das florestas do mundo.


seta FSC Brasil: Conselho Brasileiro de Manejo Florestal
O Conselho Brasileiro de Manejo Florestal é uma organização independente, não governamental, sem fins lucrativos e que representa o FSC no Brasil. A instituição tem como objetivo principal promover o manejo e a certificação florestal no Brasil.


seta IMAFLORA: Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola.
O Imaflora incentiva e promove mudanças nos setores florestal e agrícola, visando a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais e a promoção de benefícios sociais.


seta INTERPACK: Feira Internacional de Embalagem e Máquinas. Interpack Düsseldorf celebra-se a cada 3 anos, reunindo os principais agentes da Indústria de Packaging e da Embalagem. Entre os expositores de Interpack encontram-se empresas de: - Maquinaria e equipamentos de envase e embalagem - Meios e materiais de envase e embalagem, Meios auxiliares de envase e embalagem - Maquinaria e equipamentos para doces - Serviços para as indústrias de envase e embalagem e para a indústria de doces


seta ISEGA: Isega, Instituto de Análise de Materiais para Embalagem da Alemanha que credencia seus produtos como recomendados para uso em embalagem de produtos farmacêuticos, alimentícios secos e gordurosos (contato direto).


seta LINHA D´ÁGUA: Papéis importados vinham com uma linha d'água (semelhante à encontrada no papel-moeda) porque seriam utilizados em livros e, desta forma, teriam 17% a menos de custos.


seta PASTA MECÂNICA: (mechanical pulp) – Parte da matéria-prima do papelcartão. Também chamada em menor escala por alguns de pasta de madeira, é o material obtido da madeira, por processos puramente mecânicos, em máquinas chamadas moinhos de pasta, onde a madeira cortada em toras de tamanho adequado, descascada e limpa, é pressionada de encontro a uma pedra rotativa, geralmente de natureza sintética. A qualidade final da pasta depende da madeira em si, do tipo de pedra ou disco, e do modo como a moagem é efetuada. As características principais da pasta são a uniformidade, cor, limpeza, grau de desaguamento e resistência das fibras.


seta PASTA TERMO MECÂNICA: é a pasta obtida da madeira que foi tratada com vapor antes da moagem.


seta PASTA TERMO-QUIMO-MECÂNICA: é a pasta mecânica obtida por processos convencionais, onde as toras de madeira receberam previamente uma impregnação com um produto químico, geralmente soda cáustica, carbonato de sódio , sulfito de sódio. A impregnação é quase sempre feita em pressões elevadas, às vezes com auxílio de vapor. O processo é empregado especialmente para madeiras duras, dando uma pasta que substitui a pasta mecânica convencional de coníferas, em suas aplicações. Em alguns casos procede-se a um pequeno alvejamento para melhoria da cor.


seta RECICLÁVEL: É tudo aquilo que possa voltar para o ciclo de fabricação do produto (RE-CICLAR). A maioria dos papéis é reciclável, porém, dependendo da técnica de impressão utilizada neste papel, ele não mais será adequado à reciclagem. Ou seja, existem papéis recicláveis e reciclados. E os reciclados são os mais importantes para a preservação e cuidados com o meio ambiente.


seta REVESTIMENTO DO PAPEL: é o nome mais usado dentro da indústria de papel e na literatura internacional, para designar a operação tecnicamente chamada de revestimento do papel com pigmentos, que consiste em cobrir o papel de um ou dois lados com uma camada de adesivo, pigmento, e outros ingredientes secundários, denominada tinta de revestimento. Em nosso país, usam-se também os termos cobertura do papel, pintura do papel ou mesmo as formas estrangeiras “coating” e “couché”. A operação de revestimento pode ser feita na máquina de papel, ou em uma instalação complementar em separado. Depois de revestido o papel passa normalmente pelas fases de acabamento.

 

seta REVESTIMENTO FORA DA MÁQUINA: é o nome que se dá a operação de revestimento do papel quando esta é feita em uma instalação complementar em separado. Em nosso país existem instalações pequenas, que aplicam o revestimento apenas de um lado. Para revestimento dos dois lados, é preciso passar o papel duas vezes pela máquina. Existem muitos processos empregados, desde os aplicadores de escovas, que foram as iniciadoras dos processos de revestimento, e ainda hoje são usadas para especialidades, até os modernos “air-knife coaters” e “blade coaters”.


seta REVESTIMENTO NA MÁQUINA: é o nome que se dá à operação de revestimento do papel, quando esta é feita na própria máquina de papel. Em papel propriamente dito, é muito pouco usado em nosso país, sendo geralmente feito na própria prensa de colagem. Já em cartão, principalmente duplex, existem algumas instalações operando com a prensa de colagem, ou com instalações do tipo conhecido comercialmente como “metering rod” ou “metering bar”, literalmente barra medida. Geralmente em nosso país o cartão é comercializado como sai da máquina, isto é, sem operações complementares de acabamento.


seta TINTA DE REVESTIMENTO: é a mistura de ligante, pigmento e outros ingredientes secundários, feita especialmente para revestir o papel.


seta TRIPLEX: Historicamente dizia-se triplex o papelcartão formado por três formas, ou seja, que apresentava três camadas na sua composição. Hoje em dia diz-se triplex o papelcartão que apresenta capa branco (revestido) miolo escuro ou de composição diferenciada das demais e verso branco, independente do número de camadas que o compõe.

seta TRIPLE BOTTON LINE: (People, Planet, Profit). São os resultados de uma empresa medidos em termos sociais, ambientais e econômicos. Trata-se do tripé conceitual que sustenta todas as práticas de desenvolvimento sustentável. Com ele, a organização passa a trabalhar com um enfoque de crescimento sistêmico, reconhecendo que a sociedade depende da economia, que a economia depende do ecossistema global e que o ecossistema depende da sociedade.












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