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Papirus amplia fábrica e opera a plena capacidade – Valor Econômico – Empresas

Por Valor Econômico - Empresas - PAPIRUS - SAO PAULO - SP

A Papirus foi destaque no Valor Econômico de hoje em função do avanço em seu plano de investimento para ampliar a capacidade produtiva para 125 mil toneladas/ano. Nesta reportagem, destacamos a troca da bobinadeira e o retrofit de diversas áreas, do total de mais de 700 intervenções realizadas em diferentes pontos da fábrica. Também explicamos quais serão os próximos passos desse projeto e as nossas expectativas para o mercado de embalagens no segundo semestre

Confira: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2021/09/01/papirus-amplia-fabrica-e-opera-a-plena-capacidade.ghtml

Release de Imprensa Original

Papirus avança no projeto de modernização da fábrica e conclui mais uma etapa do plano de investimentos de R$ 30 milhões

Primeira etapa do plano abrangeu troca de bobinadeira e mais de 700 intervenções na planta, além da conclusão da nova área de movimentação e armazenagem, com processo totalmente seguro em relação à COVID-19 e ao time de terceirizados

A Papirus, uma das principais fabricantes de papelcartão do País, avança no plano de investimentos para ampliar sua capacidade produtiva para 125 mil toneladas/ano, e acaba de concluir o processo de troca de sua bobinadeira e o retrofit de diversas áreas, em um total de cerca de 700 intervenções em diferentes pontos da fábrica, além de inaugurar a nova área de movimentação e armazenagem de produtos acabados.

“Fizemos uma parada de nove dias para substituir a bobinadeira por outra nova e automatizada, e neste período aproveitamos para fazer um retrofit e tomar medidas preventivas na máquina como um todo, incluindo a área de preparação de massa, entre outras”, afirma Antônio Pupim, Diretor Industrial e um dos três co-CEOs da Papirus.

Ele conta que uma intervenção importante foi no acionamento da máquina, passando dos atuais 450 para 500 metros por minuto. Para atingir essa velocidade, também foi necessário remodelar o sistema de vapor e extração de condensado, dando maior capacidade de secagem. Com estas ações, a Papirus estará em condições de atingir a capacidade de produção de 110 mil toneladas/ano de imediato, assim que a máquina estiver estabilizada.

“Buscamos antecipar a programação de aumento da capacidade para atender os clientes em volumes maiores e podermos crescer junto com eles”, destaca Amando Varella, Diretor Comercial e de Marketing e co-CEO da Papirus. Ele explica que a parada da fábrica havia sido adiada por um período para evitar a interrupção da produção, e agora a Papirus está pronta para recuperar o atraso causado pela troca da máquina, atendendo os clientes em um volume maior.

Fundamental para dar suporte ao maior volume de produção, a área de logística foi ampliada em 1,2 mil m², sendo 800 m² do novo galpão e 400 m² para movimentação e carregamento, alcançando agora 4,4 mil m², ou seja, já estando preparada para atender o volume de produção de 125 mil toneladas, que deverá ser alcançada ao final de 2022.

Um dos aspectos mais importantes da parada da fábrica foi a gestão das pessoas contratadas para a obra em meio ainda às restrições impostas pela COVID-19. “Em paradas tradicionais, só ajustávamos o trabalho da equipe terceirizada à estrutura existente, mas, em função da pandemia, tivemos que estabelecer ambientes específicos para o convívio com o time dos prestadores de serviços, o que representou mais de 153 pessoas na fábrica”, conta Rubens Martins, Diretor de RH e Financeiro e co-CEO da Papirus. Para isso, a Papirus utilizou a quadra esportiva para instalar a área de refeitório; instalou contêineres para o vestuário e estendeu todos os cuidados já dados aos seus colaboradores também aos terceirizados, que, assim aderiram integralmente às recomendações de saúde e segurança. “Como resultado, não registramos nem um caso de COVID-19 nesse período, nem junto aos colaboradores e nem terceirizados”, acrescenta Martins.

A colaboração do time da Papirus também foi fundamental para dar apoio aos terceirizados. A fim de evitar que houvesse um número ainda maior de pessoas de fora da operação para dar suporte aos terceirizados, a Papirus contou com a participação de pessoas de diferentes áreas para ajudar nos serviços de apoio. Por exemplo, integrantes da área de engenharia ajudaram na recepção das pessoas, e os times da área fiscal e de RH também apoiaram outras ações necessárias à infraestrutura. Dependendo do dia, havia de 140 a 180 pessoas, para as quais era necessário servir o almoço em turmas alternadas de 40 pessoas cada, de forma a manter o distanciamento necessário.

“Organizamos reuniões preparatórias com o pessoal de fábrica, a partir de um planejamento intenso, para garantirmos que tudo seria feito dentro de todas as condições de segurança. Foi um trabalho envolvente e que nos fez sair da rotina tradicional de parada de fábrica”, acrescenta Martins.

Andreia Paparotti, Gerente de Recursos Humanos da Papirus, conta que todos esses cuidados, bem como o envolvimento da equipe e a estrutura oferecida geraram um feedback muito positivo, porque todos se sentiram acolhidos, garantindo uma total adesão às práticas de segurança propostas.

Sobre a Papirus

Fundada pela família de imigrantes italianos Ramenzoni, a Papirus nasceu como uma empresa de chapéus, que passou a produzir embalagens de papelcartão em 1952, para acondicionar seus produtos.  A fabricação de papel passou a representar a totalidade dos negócios em 1972. Com seu DNA transformador, tornou-se a primeira recicladora de papelcartão do País. Hoje é uma das maiores fabricantes de papelcartão do mercado brasileiro, produzindo 110 mil toneladas/ano para atender o mercado de embalagens, destacadamente de alimentos, medicamentos e cosméticos. Atende mais 200 clientes no mercado interno, entre gráficas e convertedores, além de 21 países e conta com 390 colaboradores. A Papirus é hoje a única empresa do setor preparada para atestar a sustentabilidade do produto, e, inclusive, o índice de material reciclado utilizado na fabricação da linha Vita, contando, para isso, com equipamentos, processos de controle, auditoria da reciclagem e certificações, que atestam porcentagem de aparas utilizadas em cada produto e a sustentabilidade do processo no manejo florestal. 

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